Objetivo

Esse blog, é para facilitar e ajudar vocês para entender melhor a geografia...
Esperamos que gostem do nosso trabalho :D

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Feira de Geografia [2]

Região Nordeste



Feira de geografica da escola...

Nessa feira os alunos tiveram o objetivo de mostrar um pouco da cultura das regiões do BRASIL...

Umas imagens da feira....


                                      Barraca da Região Sudeste


                                      Fazendinha da Região Centro-Oeste

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

População Brasileira

A população brasileira atual é de 190.732.694 habitantes (dados do IBGE – Censo 2010). Segundo as estimativas, no ano de 2025, a população brasileira deverá atingir 228 milhões de habitantes. A população brasileira distruibui-se pelas regiões da seguinte forma: Sudeste (80,3 milhões), Nordeste (53,07 milhões), Sul (27,3 milhões), Norte (15,8 milhões).

Mortalidade Infantil

Embora ainda seja alto, o índice de mortalidade infantil diminui a cada ano no Brasil. Em 1995, a taxa de mortalidade infantil era de 66 por mil. Em 2005, este índice caiu para 25,8 por mil. Para termos uma base de comparação, em países desenvolvidos a taxa de mortalidade infantil é de, aproximadamente, 5 por mil.

Este índice tem caído no Brasil em função, principalmente, de alguns fatores: melhorias no atendimento à gestante, exames prévios, melhorias nas condições de higiene (saneamento básico), uso de água tratada, utilização de recursos médicos mais avançados, etc.

Taxa de Natalidade e de Mortalidade

Se observarmos os dados populacionais brasileiros, poderemos verificar que a taxa de natalidade tem diminuído nas últimas décadas. Isto ocorre, em função de alguns fatores. A adoção de métodos anticoncepcionais mais eficientes tem reduzido o número de gravidez. A entrada da mulher no mercado de trabalho, também contribuiu para a diminuição no número de filhos por casal. Enquanto nas décadas de 1950-60 uma mulher, em média, possuía de 4 a 6 filhos, hoje em dia um casal possui um ou dois filhos, em média.

A taxa de mortalidade também está caindo em nosso país. Com as melhorias na área de medicina, mais informações e melhores condições de vida, as pessoas vivem mais. Enquanto no começo da década de 1990 a expectativa de vida era de 66 anos, em 2005 foi para 71,88% (dados do IBGE).

A diminuição na taxa de fecundidade e aumento da expectativa de vida tem provocado mudanças na pirâmide etária brasileira. Há algumas décadas atrás, ela possuía uma base larga e o topo estreito, indicando uma superioridade de crianças e jovens. Atualmente ela apresenta características de equilíbrio. Alguns estudiosos afirmam que, mantendo-se estas características, nas próximas décadas, o Brasil possuirá mais adultos e idosos do que crianças e jovens. Um problema que já é enfrentado por países desenvolvidos, principalmente na Europa.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Quem For Fazer Recuperação...Para Estudar ...

As ocupações que foram ocorrendo no território brasileiro.
1- Século XVI -  no litoral : Feitorias e pau-brasil
2- Sistema de Plantation - litoral paulista : Cana-de-Açúcar
3- Séc. XVI e primeira metade do século XVII : Mão-de-obra escrava; atividade canavieira
4- Séc. XVII e XVIII : Conquista dos sertões; pecuária e mineração
5- Caminhos e estradas foram abertas : Exploradas as drogas do sertão
6- Início Séc. XX : Tecnificação do Território

Regiões com suas culturas econômicas voltadas para o comércio exterior:
Sul: Policultura e erva-mate.
Centro-Oeste: Pecuária extensiva.
Sudeste: Café e mineração
Nordeste: Cana-de-açúcar e algodão.
Amazônia: Borracha natural

A constituição do Brasil, promulgada em 1988, alterou a divisão territorialdo país, criando Estados, anexando territórios e transformando territórios em Estados. Assim, a região: Nordeste sofreu pequena alteração, com a anexação do antigo território de Fernando de Noronha ao Estado de Pernambuco.

"Nesta sub-região nordestina. a paisagem é marcada tradicionalmente pela poli cultura comercial e a pecuária leiteira". O texto se refere: Ao Agreste.

Um Projeto em tramitação no Congresso propõe uma nova realização com mais: Sete estados e três territórios.

O Geógrafo Milton Santos, propôs uma nova regionalização do Brasil. O critério principal dessa nova regionalização foi: Critério meio técnico - cientifico informal.

O critério adotado na divisão regional, Amazônia tem por referência as: Características socioeconômicas, relativas à população e as atividades produtivas.

No período colonial o Brasil, exemplo típico de colônia de exploração, apresentava as seguintes características: Grande propriedade, monocultura, produção para o mercado externo e mão-de-obra escrava.

Natal, Aracajú e Boa Vista são respectivamente capitais dos Estados: Rio Grande do Norte, Sergipe e Roraima.

Dentre vários projetos especias, que o governo brasileiro elaborou para proteger a Amazônia, o "PROJETO CALHA NORTE" se destaca por vários objetivos: Controlar invasões de reservas indígenas, Assegurar a soberania e a integridade nacional e Fiscalizar o tráfego aéreo e fluvial na região de fronteira.

A maior das sub-regiões  nordestinas é: A Zona da Mata.

Na regionalização proposta por Geiger, o complexo regional mais importante é: O Centro-Oeste.


Chuvas bem distribuidas durante o ano, com médias anuais de 18°C. São características do clima: Subtropical

A maior parte do Brasil está sob o domínio do clima: Tropical de Altitude

São exemplos de Planaltos dos cinturões orogênicos: Serra do Mar e do Espinhaço.

A depressão Sul-Rio-Grandense é um exemplo de: Depressão marginal

o Brasil tem 28 unidades de relevo divididas da seguinte maneira:
11 planaltos com altitudes acima de 300m., 11 depressões variando de 100m. a 500m. e 6 planícies que não ultrapassam 300m.

Fazem parte das Unidades dse Uso Sustentável: Reserva de Fauna e Floresta Nacional.

As formas de relevo predominantes no Brasil são: Planaltos e planícies, de origens cristalinas e sedimentares.

A depressão Sul Rio-Grandense é um exemplo de: Depressão periférica.

Em relação  a vegetação no Brasil, é correto afirmar: A floresta amazônica é uma mata heterogenia, com milhares de espécies vegetais perenes, isto é, não perdem as folhas no outono- inverno.
A caatinga é típica do clima semi-árido do Sertão Nordestino, e continue um tipo de vegetação com plantas xerófilas.
Os serrados são próprios do clima tropical típico semi-úmido, sendo uma vegetação ardustiva e herbácea.
A mata de igapó, na Amazônia, é encontrada ao longo dos rios e é permanentemente inundada pelas cheias fluviais.

Domínio Morfoclimático que possui em sua área, a maior bacia hidrográfica do mundo: Domínio Amazônico.

São exemplos de formação Herbáceas: Campos Meridionais.

Formação vegetal típica do clima subtropical, apresenta árvores com folhas finas e alongadas: Floresta Aciculifoliada.

Chuvas bem distribuídas durante o ano, com medias anuais de 18ºC são características do clima: Subtropical.

O relevo é fator preponderante para explicar as temperaturas dessas áreas que tem como clima: Tropical de Altitude.

Formação vegetal situada em uma região de transição, entre a floresta equatorial-úmida e a caatinga do sertão nordestino-seco: Mata dos Cocais.

A presença de solos ácidos e com alto teor de alumínio fazem desse Domínio uma área desaconselhável para a prática agrícola, mas a tecnologia e emprego de determinados manejos, permitiram que nessa região ocorresse a expansão do cultivo da soja. O texto refere-se a área: do cerrado.

Planaltos em núcleos cristalinos arqueados: Planalto da Borborema.

A expressão "Bacia Hidrográfica" pode ser entendida como: O conjunto das terras drenadas ou percorridas por um rio principal e seus afluentes.

Importante rio para o sertão árido conhecido como Nilo Brasileiro: Rio São Francisco.

A menor das três bacias que formam em conjunto a Bacia Platina é: Bacia do Uruguai.

O grande potencial hidráulico do Brasil se justifica porque os rios são de: Planaltos e depressões.

A rede hidrográfica brasileira apresenta, dentre outras, as seguintes características: Drenagem exorréica, predomínio de rios de planalto e predomínio de foz do tipo estuário.

Das três bacias que  formam a Bacia Plantiona, qual delas é totalmente navegável: Bacia do Paraguai.

As usinas de Itaipu e Tucuruí, respectivamente a 1 e a 2 maiores do Brasil, ficam nos rios: Rio Paraná e Rio Tocantins.

Bacia que é utilizada para navegação, irrigação e produção de energia: Bacia do São Francisco.

Bacia hidrográfica que apresenta alguns rios temporários: Bacia do Nordeste.

A bacia Plantina é formada por grandes bacias secundárias, possuindo o maior potencial hidrelétrico instalado no Brasil, e a maior usina hidrelétrica construída até hoje. Esse potencial é localizado na bacia do rio: Paraná.

O impacto ambiental, a navegação pelo Araguaia nas époas de estiagem. São problemas que levaram o governo a adiar: A hidrovia Tocantins-Araguaia.

O Brasil, devido à sua grande extensão territorial e à predominância de climas úmidos, tem uma extensa rede hidrográfica. Sobre a hidrográfia brasileira: Predominam rios de planaltos, o que possibilita a produção de hidroeletricidade.
Na maior parte do país os rios são perenes, contudo em áreas de clima semi-árido existem rios temporários.
Todas as bacias são exorréicas, mesmo aquelas que têm rios que ocorrem para o interior.

Bacia que tem grande importância econômica, corta as áreas mais desenvolvidas e urbanizadas do país: Bacia Plantina.

sábado, 22 de outubro de 2011

Bacia do Atlântico Sul - Trecho Leste

Da mesma forma que no seu trecho norte e nordeste, a bacia do Atlântico Sul no seu trecho leste possui diversos cursos d'água de grande porte e importância regional. Podem ser citados, entre outros, os rios Pardo, Jequitinhonha, Paraíba do Sul, Vaza-Barris, Itapicuru, das Contas e Paraguaçu.

Bacias do rio Paraná e Uruguai


A bacia platina, ou do rio da Prata, é constituída pelas sub-bacias dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai, drenando áreas do Brasil, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai.
O rio Paraná possui cerca de 4.900 km de extensão, sendo o segundo em comprimento da América do Sul. É formado pela junção dos rios Grande e Paranaíba. Possui como principais tributários os rios Paraguai, Tietê, Paranapanema e Iguaçu. Representa trecho da fronteira entre Brasil e Paraguai, onde foi implantado o aproveitamento hidrelétrico binacional de Itaipu, com 12.700 MW, maior usina hidrelétrica em operação do mundo. Posteriormente, faz fronteira entre o Paraguai e a Argentina. Em função das suas diversas quedas, o rio Paraná somente possui navegação de porte até a cidade argentina de Rosário.
O rio Paraguai, por sua vez, possui um comprimento total de 2.550 km, ao longo dos territórios brasileiro e paraguaio e tem como principais afluentes os rios Miranda, Taquari, Apa e São Lourenço. Nasce próximo à cidade de Diamantino, no estado de Mato Grosso, e drena áreas de importância como o Pantanal mato-grossense. No seu trecho de jusante banha a cidade de Assunción, capital do Paraguai, e forma a fronteira entre este país e a Argentina, até desembocar no rio Paraná, ao norte da cidade de Corrientes.
O rio Uruguai, por fim, possui uma extensão da ordem de 1.600 km, drenando uma área em torno de 307.000 km2. Possui dois principais formadores, os rios Pelotas e Canoas, nascendo a cerca de 65 km a oeste da costa do Atlântico. Fazem parte da sua bacia os rios Peixe, Chapecó, Peperiguaçu, Ibicuí, Turvo, Ijuí e Piratini.
O rio Uruguai forma a fronteira entre a Argentina e Brasil e, mais ao sul, a fronteira entre Argentina e Uruguai, sendo navegável desde sua foz até a cidade de Salto, cerca de 305 km a montante.

Bacia do Atlântico Sul - Trechos Norte e Nordeste

Vários rios de grande porte e significado regional podem ser citados como componentes dessa bacia, a saber: rio Acaraú, Jaguaribe, Piranhas, Potengi, Capibaribe, Una, Pajeú, Turiaçu, Pindaré, Grajaú, Itapecuru, Mearim e Parnaíba.
Em especial, o rio Parnaíba é o formador da fronteira dos estados do Piauí e Maranhão, por seus 970 km de extensão, desde suas nascentes na serra da Tabatinga até o oceano Atlântico, além de representar uma importante hidrovia para o transporte dos produtos agrícolas da região.

Bacia do Atlântico Sul - Trecho Sudeste e Sul

A bacia do Atlântico Sul, nos seus trechos sudeste e sul, é composta por rios da importância do Jacuí, Itajaí e Ribeira do Iguape, entre outros. Os mesmos possuem importância regional, pela participação em atividades como transporte hidroviário, abastecimento d'água e geração de energia elétrica.

Bacia do Atlântico Sul

É composta de várias pequenas e médias bacias costeiras, formadas por rios que desaguam no Oceano Atlântico. O trecho norte-nordeste engloba rios localizados no norte da bacia amazônica e aqueles situados entre a foz do rio Tocantins e a do rio São Francisco. Entre eles, está o Rio Parnaíba, na divisa entre o Piauí e o Maranhão, que forma o único delta oceânico das Américas. Entre a foz do rio São Francisco e a divisa do Rio de Janeiro e São Paulo estão as bacias do trecho leste, no qual se destaca o rio Paraíba do Sul. A partir dessa área começam as bacias do sudeste-sul. Seu rio mais importante é o Itajaí, no estado de Santa Catarina.

Bacia do Tocantins - Araguaia

E a maior bacia localizada inteiramente em território brasileiro, com 813.674,1 km². Seus principais rios são o Tocantins e o Araguaia. O rio Tocantins, com 2.640 km de extensão, nasce em Goiás e desemboca na foz do Amazonas. Possui 2.200 km navegáveis (Entre as cidades de Peixe-GO e Belém-PA) e parte de seu potencial hidrelétrico é aproveitado pela usina de Tucuruí, no Pará - a 2ª maior do país e uma das cinco maiores do mundo. O Rio Araguaia nasce em Mato Grosso, na fronteira com Goiás e une-se ao Tocantins no extremo norte do estado de Tocantins. A construção da Hidrovia Araguaia-Tocantins, tem sido questionada pelas ONGs (Organizações Não-Governamentais) em razão dos impactos ambientais que ela pode provocar, cortando dez (10) áreas de preservação ambiental e 35 (trinta e cinco) áreas indígenas, afetando uma população de 10 mil índios.00 km navegáveis (Entre as cidades de Peixe-GO e Belém-PA) e parte de seu potencial hidrelétrico é aproveitado pela usina de Tucuruí, no Pará - a 2ª maior do país e uma das cinco maiores do mundo. O Rio Araguaia nasce em Goiás, próximo a cidade de Mineiros e ao Parque Nacional das Emas e une-se ao Tocantins no extremo norte do estado de Tocantins. A construção da Hidrovia Araguaia-Tocantins, tem sido questionada pelas ONGs (Organizações Não-Governamentais) em razão dos impactos ambientais que ela pode provocar, cortando dez (10) áreas de preservação ambiental e 35 (trinta e cinco) áreas indígenas, afetando uma população de 10 mil índios.

Bacia do São Francisco

Possui uma área de 645.067,2 km² de extensão e o seu principal rio é o São Francisco, com 3.160 km de extensão. É o maior rio totalmente brasileiro e percorre 5 estados (Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe). Além disso é fundamental na economia da região que percorre, pois permite a atividade agrícola em suas margens e oferece condições para a irrigação artificial de áreas mais distantes, muitas delas semi-áridas. Os principais afluentes perenes são os rios Cariranha, Pardo, Grande e das Velhas. Seu maior trecho navegável se encontra entre as cidades de Pirapora (MG) e Juazeiro (BA) com 1.371km de extensão. O potencial hidrelétrico do rio é aproveitado principalmente pelas grandes usinas de Xingó e Paulo Afonso.

Bacia Amazônica

É a maior bacia hidrográfica do mundo, com 7.050.000 km², sendo que 3.904.392,8 km² estão em terras brasileiras. Seu rio principal (Amazonas), nasce no Perú com o nome de Vilcanota e recebe posteriormente os nomes de Ucaiali, Urubamba e Marañon. Quando entra no Brasil, passa-se a chamar Solimões e, após o encontro com o Rio Negro, perto de Manaus,   recebe o nome de Rio Amazonas. O Rio Amazonas percorre 6.280 km, sendo o segundo maior do planeta em extensão (após o Rio Nilo, no Egito, com 6.670 km) é o maior do mundo em vazão de água. Sua largura média é de 5 quilômetros e possui 7 mil afluentes, além de diversos cursos de água menores e canais fluviais criados pelos processos de cheia e vazante.
A Bacia Amazônica está localizada em uma região de planície e tem cerca de 23 mil km de rios navegáveis, que possibilitam o desenvolvimento do transporte hidroviário. A navegação é importante nos grandes afluentes do Rio Amazonas, como o Madeira, o Xingú, o Tapajós, o Negro, o Trombetas e o Jari. Em 1997 é inaugurada a na bacia, a Hidrovia do Rio Madeira, que opera de Porto Velho até Itacoatiara, no Amazonas. Possui 1.056km de extensão e por lá é feito o escoamento da maior parte da produção de grãos e minérios da região.

BACIAS HIDROGRÁFICAS BRASILEIRAS

As principais bacias hidrográficas brasileiras são: Bacia Amazônica, Bacia do Araguaia/Tocantins, Bacia Platina, Bacia do São Francisco e Bacia do Atlântico Sul.
Bacia Amazônica
Seus principais rios são:
1. Rio Amazonas
2. Rio Solimões
3.Rio Negro
4. Rio Xingu
5. Rio Tapajós
6. Rio Jurema
7. Rio Madeira
8. Rio Purus
9. Rio Branco
10. Rio Juruá
11. Rio Trombetas
12. Rio Uatumã
13. Rio Mamoré

A Hidrografia brasileira apresenta os seguintes aspectos:

Não possui lagos tectônicos, devido à transformação das depressões em bacias sedimentares. No território brasileiro só existem lagos de várzea e lagoas costeiras, como a dos Patos (RS) e a Rodrigo de Freitas (RJ), formadas por restingas.Com exceção do Amazonas, todos os rios brasileiros possuem regime fluvial. Uma quantidade de água do rio Amazonas é proveniente do derretimento de neve da cordilheira dos Andes, o que caracteriza um regime misto (pluvial e nival).

Todos os rios são exorréicos, ou seja, têm como destino final o oceano.
Só existem rios temporários no Sertão nordestino, que apresenta clima semi-árido. No restante do país, os rios são perenes.
Os rios de planalto predominam em áreas de elevado índice pluviométrico. A existência de desníveis no terreno e o grande volume de água contribuem para a produção de hidreletricidade.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O que você pode estudar para a prova de Geografia do Enem?

Noções de Cartografia

  • Orientação
  • Coordenadas Geográficas
  • Fusos Horários
  • Fusos Horários do Brasil
  • As Estações do Ano
  • Representação Cartográfica
  • Escala
  • A Representação dos Aspectos Físicos e Humanos nos Mapas
  • Documentação Cartográfica

O Ambiente Físico

  • Coluna Geológica
  • A Estrutura da Terra
  • Deriva Continental e Tectônica das Placas
  • Agentes Formadores do Relevo
  • Forças ou Agentes Modeladores do Relevo
  • As Unidades Estruturais do Globo
  • As Formas de Relevo
  • O Relevo Brasileiro
  • Solos
  • Clima – Elementos e Fatores
  • A Pressão Atmosférica
  • O Ciclo Hidrológico
  • Massas de Ar
  • Classificação Climática Geral
  • Climas do Brasil
  • Domínios Morfoclimáticos do Brasil
  • Vegetação
  • Vegetação do Brasil
  • Hidrografia – Oceanos
  • Correntes Marítimas
  • A Poluição dos Oceanos
  • Elementos da Rede Hidrográfica
  • Os Rios Brasileiros

População

  • Distribuição e Expansão Geográfica da População
  • Estrutura da População
  • Movimentos Populacionais
  • Urbanização
  • População Brasileira

A Agricultura

  • Os Sistemas Agrícolas
  • A Pecuária no Mundo
  • Brasil – Atividades Agropecuárias

Recursos Naturais

  • Os Recursos Minerais
  • Os Recursos Energéticos – Combustíveis Fósseis
  • Carvão Mineral
  • A Energia Hidrelétrica
  • Energia Nuclear

As Questões Ambientais

  • Ecologia
  • Crise Ambiental
  • Lixos
  • Aquecimento Global
  • Poluição
  • Biodiversidade

Espacialização do Processo Industrial no Mundo

  • A Indústria e sua Organização no Mundo
  • Industrialização Brasileira

Comércio

  • O Comércio Internacional
  • O Comércio do Brasil

Transporte

A Divisão Regional Brasileira

  • Região Norte
  • Região Centro-Oeste
  • Região Nordeste
  • Região Sul
  • Região Sudeste
  • As três Regiões Geoeconômicas Brasileiras 
A Nova Ordem Mundial
  • O Mundo Bipolar
  • Um Mundo Multipolar
  • A Nova Ordem Mundial
  • Focos de Tensão
  • África
  • O Mundo Islâmico
  • A Crise Israel x Palestina
  • As Questões Americanas
  • As Questões Europeias

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Domínio Morfoclimático

Domínio Morfoclimático Amazônico

É formado por terras baixas: depressões, planícies aluviais eplanaltos, cobertos pela extensa floresta latifoliada equatorialAmazônica. É banhado pela Bacia Amazônica, que se destaca pelogrande potencial hidrelétrico.Apresenta grave problema de degradação ambiental,representado pelas queimadas e desmatamentos. O governo brasileiro, por meio do Programa Piloto para aProteção das Florestas Tropicais do Brasil, adotará o ecotu-rismo ea biotecnologia como formas de desenvolver a Amazônia, preservando-a.
Domínio do Cerrado
Corresponde à área do Brasil Central e apresenta extensoschapadões e chapadas, com domínio do clima tropical semi-úmidoe vegetação do cerrado.A vegetação do cerrado é formada por arbustos com troncos egalhos retorcidos, recobertos por casca grossa. Os solos são pobrese ácidos, mas com a utilização do método da calagem, colocando-secalcário no solo, estão sendo aproveitados pelo setor agrícola,transformando-se na nova fronteira da agricultura, representadapela expansão do cultivo da soja, feijão, arroz e outros produtos.Nesse domínio estão as áreas dispersoras da Bacia do Paraná,do Paraguai, do Tocantins, do Madeira e outros rios
destacáveis. 
Domínio de Mares de Morros
Esse domínio acompanha a faixa litorânea do Brasil desde oNordeste até o Sul do País. Caracteriza-se pelo relevo com topografiaem "meia-laranja", mamelonares ou mares de morros,formados pela intensa ação erosiva na estrutura cristalina das Serrasdo Mar, da Mantiqueira e do Espinhaço.Apresenta predominantemente clima tropical quente e úmido,caracterizado pela floresta latifoliada tropical, que, na encosta daSerra do Mar, é conhecida como Mata Atlântica.Essa paisagem sofreu grande degradação em conseqüência daforte ocupação humana.Além do desmatamento, esse domínio sofre intenso processoerosivo (relevo acidentado e clima úmido), com deslizamentos freqüentes eformação de voçorocas. 
Domínio das Caatingas
Corresponde à região da depressão sertaneja nordestina, comclima quente e semi-árido e típica vegetação de caatinga formadapor cactáceas, bromeliáceas e árvores.Destaca-se o extrativismo vegetal de fibras, como o caroá, osisal e a piaçava.A bacia do São Francisco atravessa o domínio da caatinga etem destaque pelo aproveitamento hidrelétrico e pelos projetos deirrigação no seu vale, onde a produção de frutas (melão, manga,goiaba, uva) tem apresentado expansão.A tradicional ocupação da caatinga é a pecuária extensiva decorte, com baixo aproveitamento.No domínio da caatinga, aparecem os inselbergs, ou morrosresiduais, resultantes do processo de pediplanação em clima semiárido. 
Domínio das Araucárias
 
É o domínio que ocupa o planalto da Bacia do Rio Paraná,onde o clima subtropical está associado às médias altitudes, entre800 e 1300 metros. Nesse domínio aparecem áreas com manchas deterra roxa, como no Paraná.A floresta de araucária também é conhecida como Mata dosPinhais; é homogênea, aciculifoliada e tem grande aproveitamentode madeira e erva-mate.A intensa ocupação agrária (café, soja) desse domínio é aresponsável pela devastação dessa floresta. 
Domínio das Pradarias
Domínio representado pelo Pampa, ou Campanha Gaúcha,onde o relevo é baixo, com suaves ondulações (coxilhas) e cobertopela vegetação herbácea das pradarias (campos).A ocupação econômica desse domínio tem-se efetuado pelapecuária extensiva de corte, com gado tipo europeu, obtendo altosrendimentos e pela rizicultura irrigada.


Complexos Regionais Brasileiros

Foi elaborada em 1967 pelo geógrafo Pedro Pinchas Geiger, que dividiu o Brasil em três grandes complexos regionais - Amazônia, Nordeste e Centro-Sul -, segundo suas características geoeconômicas.

Amazônia
Com uma área de 5 milhões de km², a Amazônia compreende 58% do território brasileiro. Além da região Norte estabelecida pelo IBGE, que tem aproximadamente 3 870 000 km², abrange grande parte dos estados de Mato Grosso e Maranhão.
Principais características:
Quadro Natural: clima equatorial, domínio de terras baixas amazônicas, floresta equatorial e bacia Amazônica.
Quadro Humano e Econômico: pequena população absoluta, baixa densidade demográfica e economia baseada no extrativismo mineral e vegetal. Apresenta crescimento industrial na Zona Franca de Manaus. É o principal reduto de povos indígenas, de problemas de posse de terra e desmatamento(queimadas). Desde a décadas de 1960, a Amazônia tornou-se fronteira de expansão agropecuária e de povoamento.
Nordeste
Com  1,5 milhão de km² a região geoeconômica do Nordeste ocupa 18% do território brasileiro, área quase equivalente no Nordeste delimitado pelo IBGE. Compreende o norte de Minas Gerais, mas não inclui o oeste do Maranhão.
Considerada a "região-problema" do país, o Nordeste enfrenta graves conflitos sociais e econômicos: área de repulsão de população, analfabetismo, mortalidade infantil, concentração de renda e de terras, seca, falta de oportunudades de emprego.
O Nordeste delimitado  pelo IBGE pode ser dividido em quatro sub-regiões: Meio-Norte, Sertão, Agreste e Zona da Mata. Veja o Mapa:
 
Meio-norte – é uma faixa de transição entre a Amazônia e o sertão semiárido do Nordeste, é composta pelos estados do Maranhão e oeste do Piauí. A vegetação natural dessa área é a mata de cocais, carnaúbas e babaçus, em sua maioria. Apresenta índices pluviométricos maiores a oeste. É uma região economicamente pouco desenvolvida, prevalece o extrativismo vegetal, praticado na mata de cocais remanescente (babaçu), agricultura tradicional de algodão, cana de açúcar e arroz, além da pecuária extensiva.

Sertão
– é uma extensa área de clima semiárido, conhecido como “Polígono das Secas”. Compreende o centro da Região Nordeste, está presente em quase todos os estados. Essa sub-região nordestina possui o menor índice demográfico da Região.
Os índices de pluviosidade são baixos e irregulares, com a ocorrência periódica de secas. A vegetação típica é a caatinga. A bacia do rio São Francisco é a maior da região e a única fonte de água perene para as populações que habitam suas margens, é aproveitado também para irrigação e fonte de energia através de hidrelétricas como a de Sobradinho (BA). As maiores concentrações populacionais estão nos vales dos rios Cariri e São Francisco. A principal atividade econômica é a pecuária extensiva e de corte. Outras atividades desenvolvidas no Sertão são: cultivo irrigado de frutas, flores, cana de açúcar, milho, feijão, algodão de fibra longa (no Vale do Cariri, Ceará), extração de sal (litoral cearense e potiguar) e o turismo nas cidades litorâneas. A indústria baseia-se no polo têxtil e de confecções. Políticas públicas são necessárias para o desenvolvimento socioeconômico no Sertão nordestino, proporcionado qualidade de vida para sua população.

Agreste – corresponde à área de transição entre o sertão semiárido e a zona da mata, úmida e cheia de brejos. Essa sub-região é composta pelos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. A principal atividade econômica nos trechos mais secos do agreste é a pecuária extensiva; nos trechos mais úmidos é a agricultura de subsistência e a pecuária leiteira. Predominam as pequenas e médias propriedades com o cultivo do algodão, do café e do sisal (planta da qual se extrai uma fibra utilizada para fabricar tapetes, bolsas, cordas, etc.). Outro elemento de destaque na economia local é o turismo, com a realização de festas que atraem multidões, como, por exemplo, as festas juninas.

Zona da Mata
– também conhecida como Litoral Continental, essa sub-região compreende uma faixa litorânea de até 200 quilômetros de largura que se estende do Rio Grande do Norte ao sul da Bahia. Apresenta a maior concentração populacional do Nordeste e é a sub-região mais urbanizada. O clima é tropical úmido e o solo é fértil em razão da regularidade de chuvas. A vegetação natural é a mata Atlântica. O cultivo da cana de açúcar é a principal atividade econômica praticada na Zona da Mata. Outras atividades econômicas desenvolvidas são: extração de petróleo, o cultivo de cacau, café, frutas, fumo, lavoura de subsistência, significativa industrialização, destaca-se também a produção de sal marinho, principalmente no Rio Grande do Norte, além da atividade turística que atraí milhões de visitantes para as belas praias nordestinas.
 Centro-Sul
Com cerca de 2 milhões de Km², o complexo regional do Centro-Sul abrange integralmente os estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, a maior parte de Minas Gerais e Goiás e uma pequena parte de Tocantins e Mato Grosso. Corresponde ás terras das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste. É o complexo regional mais importante e o Centro econômico da nação, com mais de 60% da população brasileira. Aí estão vinte das 26 áreas metropolitanas do país.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Caracteristicas e Formas da Superfície Brasileira...

Percebemos que o Brasil é o país que apresenta altitudes bastante modestas no mapa altimétrico. Assim, somente cerca de 3% do nosso território tem altitudes acima de 900m. 
As maiores altitudes do país estão localizadas nas serras do Imeri, Parima e Pacaraima, na fronteira com a Venezuela e Guiana. Nelas encontramos o pico da Neblina (ponto cultiminante do Brasil), o pico 31 de Março, e o monte Roraima. Outrra região com altitudes significativas (para os padrões brasileiros) é a do planalto e serras do Atlântico Leste e Sudeste, onde se encontram o pico da Bandeira, Pedra da Mina e o pico das Agulhas Negras.
No Brasil, hoje a três grandes formas: Planaltos, Planícies e Depressões. O processo de erosão e sedimentação é de fundamental importância para que possamos compreender a existência dessas formações.

Formas, Sua importância...

Conhecer o relevo sempre teve uma importância estratégica na história da Humanidade...
   O relevo tem uma importância muito maior do que podemos imaginar na história da ocupação, pois ele influencia o clima; determinadas formas podem dificultar o acesso a outras áreas etc.
   Hoje, o conhecimento do relevo é fundamental para se planejar, por exemplo, o crescimento urbano e a ocupação das encostas nas cidades, de forma a evitar desmoronamentos na época das chuvas, possibilitar a construção de rodovias, de hidrovias etc.